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Tuesday, September 26, 2017

THIERRY MEYSSAN -- Kurdistan – what the referendum is hiding

Kurdistan – what the referendum is hiding

In a world where images count more than realities, the Press is presenting us with a democratic referendum for the independence of Iraqi Kurdistan. However, despite the fact that, constitutionally speaking, this referendum should be held throughout Iraq, and not only in the independentist zone, several million non-Kurdish voters have already been ejected from their homes and will never be able to return. In the polling stations, only the independentists will be supervising the legality of the vote. Thierry Meyssan reveals this fraud and the interests it is hiding.
 | DAMASCUS (SYRIA)  
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On this electoral poster, the map of « independent Kurdistan » overflows from the autonomous Iraqi region onto Iraqi and Syrian territory.
The referendum for the independence of Kurdistan is a fool’s game. The United States, which secretly supports it, claims in public to oppose it. France and the United Kingdom are doing the same, hoping that Washington will make their old dreams come true. Not to be outdone, Russia is hinting that although it is against any unilateral change, it might support independence… as long as everyone accepts the independence of Crimea, which means accepting its attachment to Moscow.

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- A NATO Rejeita o Desarmamento Nuclear


A Arte da Guerra 
A NATO Rejeita o Desarmamento Nuclear
Manlio Dinucci

No dia seguinte ao Presidente Trump propôr nas Nações Unidas um cenário de guerra nuclear, ameaçando "destruir totalmente a Coreia do Norte", abriu nas Nações Unidas, em 20 de Setembro, a assinatura do Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares. Votado por uma maioria de 122 Estados, o mesmo Tratado comprometia-se a não produzir ou possuir armas nucleares, não usá-las ou ameaçar usá-las, a não transferi-las nem recebê-las, directa ou indirectamente, com o objectivo da sua eliminação total.
No primeiro dia, o Tratado foi assinado por 50 Estados, entre os quais Venezuela, Cuba, Brasil, México, Indonésia, Tailândia, Bangladesh, Filipinas, Estado da Palestina, África do Sul, Nigéria, Congo, Argélia, Áustria, Irlanda e  Santa Sé (que o ratificou no mesmo dia). O Tratado entrará em vigor se for ratificado por 50 Estados.
Mas no próprio dia em que foi aberto para assinatura, a NATO rejeitou-o estrondosamente. O Conselho do Atlântico Norte (composto por representantes dos 29 Estados membros), na sua declaração de 20 de Setembro, argumenta que "um tratado que não vincula os Estados que possuem armas nucleares não será eficaz, não aumentará a segurança nem a paz internacional, mas corre o risco de fazer o contrário, criando divisões e divergências ". Por conseguinte, esclarece em termos inequívocos: "não aceitamos os argumentos contidos neste Tratado".
O Conselho do Atlântico Norte priva, assim, de autoridade, os parlamentos nacionais dos países membros, negando-lhes a soberania para decidirem autonomamente, se aderem ou não, ao tratado da ONU sobre a abolição das armas nucleares.
Também anuncia que "vamos alertar os nossos parceiros e todos os países dispostos a apoiar o Tratado, para reflectirem seriamente sobre as suas implicações" (leia-se: vamos chantageá-los para que não o assinem ou ratifiquem).
O Conselho do Atlântico Norte reafirma que o "propósito fundamental da capacidade nuclear da NATO é preservar a paz e deter a agressão" e que "enquanto existirem armas nucleares, a NATO continuará a ser uma aliança nuclear." Mas assegura "o forte compromisso da NATO com a plena implementação do Tratado de Não Proliferação Nuclear". Em vez disso, esse mesmo Tratado é violado, entre outras coisas, pelas bombas nucleares americanas B61, distribuídas em cinco países não nucleares - Itália, Alemanha, Bélgica, Holanda e Turquia.
As novas bombas nucleares B61-12, que, até 2020, irão substituir as bombas B61, estão em fase avançada e, logo que estejam produzidas, serão "transportadas por bombardeiros pesados ​​e aviões de dupla capacidade” (energia não nuclear e nuclear).
A despesa dos EUA com armas nucleares aumenta em 2018 em 15% em relação a 2017. O Senado estabeleceu, em 18 de Setembro, para o orçamento do Pentágono de 2018, a quantia de 700 biliões de dólares, isto é, mais 57 biliões do que foi requisitado pela Administração Trump. Isto é graças à votação bipartidária. Os democratas, que criticam os tons violentos do Presidente Trump, ignoraram-nos quando se trata de decidir as despesas para a guerra: no Senado, 90% dos representantes democratas votaram com os republicanos para aumentar o orçamento do Pentágono mais do que foi pedido por Trump.
Dos 700 biliões estipulados, 640 serão usados para comprar novas armas – sobretudo, armas estratégicas de ataque nuclear - e para o aumento dos salários dos militares ; 60 para as operações de guerra no Afeganistão, na Síria, no Iraque e noutros lugares.
A escalada das despesas militares dos EUA baseia-se na de outros membros da NATO sob o comando dos EUA. Incluindo a Itália, cuja despesa militar, dos actuais €70 milhões/dia, deverá subir para cerca de €100 milhões/dia. Foi decidida democraticamente, como nos EUA, por voto bipartidário.

Il manifesto, 26 de Setembro de 2017


Manlio Dinucci -- L’Arte della Guerra La NATO Boccia il Disarmo Nucleare



L’arte della Guerra

La NATO Boccia il Disarmo Nucleare  

Manlio Dinucci

Il giorno dopo che il presidente Trump prospettava alle Nazioni Unite uno scenario di guerra nucleare, minacciando di «distruggere totalmente la Corea del Nord», si è aperta alle Nazioni Unite, il 20 settembre, la firma del Trattato sulla proibizione delle armi nucleari.
Votato da una maggioranza di 122 stati, esso impegna a non produrre né possedere armi nucleari, a non usarle né a minacciare di usarle, a non trasferirle né a riceverle direttamente o indirettamente, con l’obiettivo della loro totale eliminazione.

Il primo giorno il Trattato è stato firmato da 50 stati, tra cui Venezuela, Cuba, Brasile, Messico, Indonesia, Thailandia, Bangladesh,  Filippine, Stato di Palestina, Sudafrica, Nigeria, Congo, Algeria, Austria, Irlanda e Santa Sede (che l’ha ratificato il giorno stesso). Il Trattato entrerà in vigore se verrà ratificato da 50 stati.

Ma il giorno stesso in cui è stato aperto alla firma, la Nato lo ha sonoramente bocciato. Il Consiglio nord-atlantico (formato dai rappresentanti dei 29 stati membri), nella dichiarazione  del 20 settembre, sostiene che «un trattato che non impegna nessuno degli stati in possesso di armi nucleari non sarà effettivo, non accrescerà la sicurezza né la pace internazionali, ma rischia di fare l’opposto creando divisioni e divergenze». Chiarisce quindi senza mezzi termini che «non accetteremo nessun argomento contenuto nel trattato».

Il Consiglio nord-atlantico esautora così i parlamenti nazionali dei paesi membri, privandoli della sovranità di decidere autonomamente se aderire o no al Trattato Onu sull’abolizione delle armi nucleari. 

Annuncia inoltre che «chiameremo i nostri partner e tutti i paesi intenzionati ad appoggiare il trattato a riflettere seriamente sulle sue implicazioni» (leggi: li ricatteremo perché non lo firmino né lo ratifichino).Il Consiglio nord-atlantico ribadisce che «scopo fondamentale della capacità nucleare della Nato è preservare la pace e scoraggiare l’aggressione» e che «finché esisteranno armi nucleari, la Nato resterà una alleanza nucleare». Assicura però «il forte impegno della Nato per la piena applicazione del Trattato di non-proliferazione nucleare».

Esso è invece violato, tra l’altro, dalle bombe nucleari statunitensi B61 schierate in cinque paesi non-nucleari – Italia, Germania, Belgio, Olanda e Turchia.

Le nuove bombe nucleari B61-12, che rimpiazzeranno dal 2020 le B61, sono in fase avanzata di realizzazione e, una volta schierate, potranno essere «trasportate da bombardieri pesanti e da aerei a duplice capacità» (non-nucleare e nucleare).

La spesa Usa per le armi nucleari sale nel 2018 del 15% rispetto al 2017. Il Senato ha stanziato, il 18 settembre, per il budget 2018 del Pentagono circa 700 miliardi di dollari, 57 miliardi in più di quanto richiesto dall’amministrazione Trump.

Ciò grazie al voto bipartisan. I democratici, che criticano i toni bellicosi del presidente Trump, lo hanno scavalcato quando si è trattato di decidere la spesa per la guerra: al Senato il 90% dei rappresentanti democratici ha votato con i repubblicani per aumentare il budget del Pentagono più di quanto avesse richiesto Trump.

Dei 700 miliardi stanziati, 640 servono all’acquisto di nuove armi – soprattutto quelle strategiche per l’attacco nucleare – e alle aumentate paghe dei militari; 60 alle operazioni belliche in Afghanistan, Siria, Iraq e altrove.

L’escalation della spesa militare statunitense traina quella degli altri membri della Nato sotto comando Usa. Compresa l’Italia, la cui spesa militare, dagli attuali 70 milioni di euro al giorno, dovrà salire verso i 100. Democraticamente decisa, come negli Usa, con voto bipartisan. 

Il manifesto, 26 Settembre 2017

Monday, September 25, 2017

Manlio Dinucci: "Il Venezuela si ribella al petrodollaro" EN, FR, IT, PT, RO, SP

00 Publicado a 19/09/2017 Video subtitled in EN. click upon the dental wheel and choose your language Vidéo sous-titrée en français, cliquez sur la molette pour activer les sous-titres Video legendado em PT. Clique sobre a roda dentada e escolha a sua língua. Video subtitulado en CASTELLANO / SPANISH. Haz clic sobre la rueda dentada y elige tu lengua. Subtitrat video în RO. Faceți clic pe rotița din dreapta jos și alegeți limba. Manlio Dinucci: "Il Venezuela si ribella al petrodollaro" A cura di Manlio Dinucci Editing Adalberto Gianuario Publicado a 19/09/2017

Dire Straits: What is behind Donald Trump’s UN General Assembly Speech


Dire Straits: What is behind Donald Trump’s UN General Assembly Speech

A menacing mixture of bluff and bluster conceals a strategy to gain control of the choke points of world trade

 



Republished with permission; this article was first published by Global Village Space
The leader of genius must have the ability to make different opponents appear as if they belonged to one category. —Adolf Hitler
US president Donald Trump’s intimidating, hawkish UN General Assembly speech was, at best, an unflinching reaffirmation to US jingoism, despite his election promises to do the opposite.
Trump hurled his 41-minute tirade of diplomatic gaffs and gaslighting at self-determined governments and brazenly guilt-tripped the United Nations’ in a manner not seen since Hitler’s 1937 address regarding the defunct League of Nations.

The German election is a disaster for France’s Macron: Here’s why

The German election is a disaster for France’s Macron: Here’s why

Germany now certain to reject Macron plan for EU reform

 

The election in Germany, which has left Merkel looking mortally wounded and has shattered the German consensus of unconditional support for Germany’s Atlanticist foreign policy and for the EU, is a political earthquake.  One person buried under the rubble is France’s new President Emmanuel Macron.
Macron fought the Presidential election in France at a time of growing disillusion in France with the EU.  He nonetheless fought and won the campaign on a counter-intuitive platform of “more Europe”.  This admitted that EU institutions are dysfunctional and that the eurozone is working against French economic interests.  However it argued that the solution to this problem was not to take France out of the eurozone or the EU but to reform the EU institutions and the eurozone in order to rebalance them in France’s national interest.

COREA DEL NORTE EN LA "ONU" 2017 -- VIDEO DOBLADO EN CASTELLANO







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At midday on Friday 5 February, 2016 Julian Assange, John Jones QC, Melinda Taylor, Jennifer Robinson and Baltasar Garzon will be speaking at a press conference at the Frontline Club on the decision made by the UN Working Group on Arbitrary Detention on the Assange case.

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